Cruzeiro do Sul - Acre, sábado, 17 de novembro de 2018

Publicado em 20 de julho de 2013

Professores prometem radicalizar em assembléia na próxima quarta-feira

Vereadora e educadora Iria Matos afirma que o governo tenta enfraquecer categoria através de marketing político

greveHá quase um mês em greve, os servidores da educação participaram, na última sexta-feira(19), de mais uma assembléia realizada no Núcleo da Secretaria Estadual de Educação de Cruzeiro do Sul (AC). Durante a reunião, o Presidente do Sinteac, Valdenísio Martins, apresentou a proposta do governo para a categoria, que a rejeitou mais uma vez.

Os representantes do governo estadual reapresentaram as mesmas propostas, que haviam retirado das negociações na última semana. Sem avanços, os servidores em educação decidiram manter a greve em Cruzeiro do Sul. Uma nova assembléia foi marcada para essa quarta-feira(24. Os professores prometem radicalizar o movimento.

Apenas para o próximo ano, o governo oferece a equiparação salarial dos professores provisórios com os de contrato efetivo em início de carreira e reajustes de 15% a 40% para os professores e pessoal de apoio efetivos em função de seu reenquadramento em novas categorias salariais. A única proposta para esse ano é a realização do concurso efetivo, com 2.500 vagas para professores e 1.000 vagas para funções administrativas.

IRIA MATOS“O governo está tentando cansar a categoria. Na semana passada ele apresentou uma proposta, retirou e voltou a colocar a mesma proposta sem nenhum avanço. Chega a ser irônico quando vemos os políticos fazerem seus próprios aumentos e o professor tem que parar as aulas, prejudicando toda a sociedade” explicou a vereadora Iria Matos(PC do B).

Na opinião da ativista, o governo do Estado tenta enfraquecer a categoria com propagandas políticas contraditórias à realidade. Mostrando gráficos comparativos dos salários de 1998 até 2013, e colocando para a população que não existe possibilidade de aumento com a atual situação financeira do estado.

“Eles estão usando os meios de comunicação em uma tentativa de dizer que o governo não tem condições nenhuma, uma tentativa de enfraquecer o movimento, mostrando aumentos desde 98 pára cá, usando um saudosismo muito grande, em 98 o salário era R$ 446,00, mas nós tínhamos o que nós podíamos ter. De 1998 para 2013 é muito tempo. Hoje nossos professores continuam sendo desvalorizados” disse, indignada.

A categoria não aceita as propostas do governo para 2014, pois, no próximo ano, deve acontecer uma nova data-base, principalmente por se tratar de ano político.

Tribuna do Juruá – Vanísia Nery

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    Comentários:

    1. Roberto Nunes disse:

      Acho uma vergonha isso, tem muito vadio que não quer trabalhar pelo que recebem! “professores” que não estão nenhum pouco preocupados com seus alunos e sim com aumento de dinheiro, o governo deveria radicalizar tb e demitir esse vagabundo que não querem trabalhar!

    2. messias disse:

      Graças esses vagabundos é que você sabe pelo menos escrever,já que não tem educação.

    3. Roberto filho disse:

      Oh1 Roberto vc e um pobre coitado, como podes dizer umas asneira dessa, sera que tu alguma vez na vida tentou lecionar paras alguem, se tentou, achas correto um salario de 750,00 Reias, meu cara tais de brincadeira. Sr. roberto o direito de greve e de todos, e que pena que os Professores não tenha um Sindicato forte para lutar em seu seu nome, o que tem hoje são uns Pelegos.

    4. FATIMA disse:

      sua uma mãe estou muito preocupado com tudo isso, professores e sindicatos. voces estão sendo muitos egoista, só estão pensando nos seus bolsos as crianças e que se lasque. de vaga pra quem quer trabalhar. voces diretores tá bom de tomar uma providencia. fizeram essa greve no meio do ano, isso e brincadeira!

    5. Maria disse:

      Você pode ser responsabilizado pelo que você fala na justiça.Respeite e preste bem atenção antes de falar que uma categoria inteira é irresponsável e vagabundos.

    6. resposta disse:

      muito bem governador ouça o que Roberto Nunes esta dizendo demita os professores “vagabundos” pra ver quem é que vai dar aula para os filhos dele. Pai desse tipo só aparece na escola no final do ano para renovar a matricula agora reprove o filho dele pra ver, vai vc para sala de aula educar 40 alunos todos dentro de uma mesma sala por apenas 1.200,00 ao mês.

    7. Elisângela Araújo disse:

      Senhor Roberto Nunes, meça suas palavras para falar de professor! Primeiro, vá estudar e melhorar seu português; depois, não chame de vadio o trabalhador que mais horas tem de serviço nesse país! Vadio é quem lhe deu essa educação de merda (com licença da palavra, é que me indigna opiniões tão rasteiras, preconceituosas), essa mentalidade tacanha e esse palavreado barato! Se não sabe que greve é um direito legítimo de qualquer trabalhador, vá estudar… Se não conhece a realidade da educação no Brasil, vá estudar mais ainda… Se não entende que professor deve ser valorizado, aí não é mais caso de estudo, é caso de rever seus conceitos e deixar de ser preconceituoso!

    8. prof disse:

      os professore seriam vagabundos, se tua mae fosse professora ne? otario, como parace que sua mãe nao eh professora, entao respeite os outros seu babaca. no dia que tua mãe for professora, ae sim voce pode chamar os professores de vagabundos!

    9. Vera Lúcia disse:

      O problema é que tem “gato na tumba”. Algumas pessoas interessadas em anarquizar estão se infiltrando nas assembleias para votar contra o fim da greve, que não tem vínculo algum com a educação.
      Portanto achei bastante válida a atitude do sindicato em solicitar apresentação do contra cheque para ingressar na assembleia do CERB , na última sexta-feira.

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