Cruzeiro do Sul - Acre, quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Publicado em 25 de julho de 2013

Novo aterro sanitário será no ramal 3

lixãoA Prefeitura de Cruzeiro do Sul tem até o próximo ano para desativa o atual lixão e inaugurar o novo aterro sanitário, cujo local já foi definido. Será na BR 364, especificamente no Ramal Três. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMAM) já executando o seu plano municipal de resíduos sólidos, uma exigência da Lei federal 12.305, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Caso os municípios não entreguem a documentação ficarão impedidos de receber repasses do governo federal. Para construir a obra, o Município está pleiteando  recursos junto à Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).

lixão 2A Lei 12.305 trata de um conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos.

“Este é um trabalho árduo, ainda mais quando se recebe esta problemática de outras administrações, com um déficit socioambiental muito grande. A SEMMAM e Setor de Convênio da Prefeitura já fizeram o diagnóstico-levantamento, obtendo as seguintes informações: quantidades de resíduos domiciliares, comerciais e industriais, unidades de saúde, comunidades rurais e vilas, além do levantamento de equipamentos”, disse a secretária Maria Francisca Nascimento, acrescentando o local do aterro foi definido em conjunto com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA), Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC), Ministério Público Estadual (MPE e Companhia de Pesquisa de Recurso Mineral (CPRM).

 lixão 3Localizado na estrada que dá acesso ao bairro ao São José, o que era para ser um aterro sanitário controlado transformou-se num lixão, em verdadeiro inferno a céu abeto, onde crianças e idosos disputam espaços com urubus, rato, baratas e cães vadios. D acordo com o MPE, no local o lençol freático é muito próximo da superfície do solo, e o aqüífero (reserva de águas subterrâneas) pode estar comprometido, uma vez que o chorume (líquido escuro que sai do lixo) não tem tratamento prévio.

Tribuna do Juruá – Jorge Natal

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    Comentários:

    1. Eustáquio Dutra Ribeiro disse:

      Não sei de onde saiu esta ideia de colocar um aterro sanitário no Ramal 3. O poder público não faz consultas à população, eles não lembram que são eleitos pelo povo para trabalhar para o povo e com o povo.
      O Ramal 3 é o maior ramal do Projeto Santa Luzia, e o mais produtivo daquela localidade. Porque não escolheram os ramais que tem apenas fazendas, o que prejudicaria menos a população. Mas não, os mais afortunados (fazendeiros) não podem ter suas propriedades perto de um local com mal cheiro, urubus e tantos outros males que isso pode provocar.
      Creio que a população do ramal 3 deva fazer um movimento contra esta instalação deste aterro sanitário naquela localidade.
      Isso é um desrespeito, pois há vários outros locais com menos concentração populacional para se criar um aterro destes.

    2. ricardo silva disse:

      Essa ideia de Jerico só vai prejudicar aqueles sofridos trabalhadores rurais, ja não basta ter que lutar pela sobrevivência na agricultura de sol a sol, vai ter conviver agora com o mal cheiro do lixão, com todas as problematicas oriunda desses espaços. A população tem que dar basta nessa ditadura de nossos governantes onde impoe as coisa e so beneficiam os poderoso. a população humilde tem que se unir e fazer movimento ai eu quero ver quem poder realmente se somos nós eleitores e se é esse politicos corruptos. tem fecha a BR em protesto contra esa medidas. lembre-se unidos venceremos…

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