Cruzeiro do Sul - Acre, segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Publicado em 7 de fevereiro de 2013

Empresa causa transtorno, humilha e discrimina time do Náuas

As reclamações sobre os serviços prestados pelas empresas que fazem o transporte de passageiros entre Cruzeiro do Sul e Rio Branco são frequentes. Rotineiramente, os usuários reclamam de mau atendimento, superlotação e condições precárias dos veículos utilizados, que somados as péssimas condições de trafegabilidade da BR-364, propiciam constantes atrasos nas rotas.

Estas reclamações foram sentidas na pele pelo elenco do Náuas que disputou o torneio início do campeonato profissional 2012 no domingo em Rio Branco e retornou a Cruzeiro do Sul na segunda feira 04, com chegada prevista para as 19h00min horas.

A ACEA (Associação dos Cronistas Esportivos do Acre) comprou passagens para um grupo 25 pessoas que deveriam ser levados e trazidos de volta ao Juruá pela empresa Trans Acreana.

Na ida, a viagem transcorreu normal, sem constrangimentos. No entanto o retorno foi complicado. Já no embarque Rio Branco, foi observado que o ônibus estava sucateado, com quase vinte anos de uso e que dois passageiros viajavam em pé e seguiram até Feijó.

Percorridos cerca de 180 km, a aproximadamente 30 km após a cidade de Sena Madureira, o motorista observou que um pneu estava furado e aí começou o transtorno. Quando o motorista e cobrador ajudados por passageiros foram trocar o pneu, foi verificado que duas porcas estavam rotas e não puderam ser retiradas. O Motorista então disse que era necessário que alguém retornasse até Sena Madureira para informar a garagem da empresa sobre o ocorrido e pedir que outro veículo fosse deslocado para concluir a viagem. O Jornalista Adelcimar Carvalho, que é integrante da diretoria da ACEA, assumiu esta missão. Depois de cerca de cinco horas, por voltas das 15h30min o socorro chegou e a viagem prosseguiu até Feijó, onde alguns passageiros desembarcaram e os demais foram a um restaurante fazer refeições, sendo informados pela proprietária do estabelecimento de que a empresa arcaria com a despesa de alimentação.

Momento depois, o Gerente Trans Acreana em Feijó (Amaral), entrou no estabelecimento e disse que os passageiros é quem deveriam pagar as despesas. Este fato gerou insatisfação de todos. Após algumas discussões e ligações do gerente, este informou que um funcionário de Rio Branco teria autorizado o pagamento da despesa dos outros passageiros, ficando o Náuas responsável por sua despesa e que o ônibus estava retido, só saindo de Feijó após o elenco do Náuas, pagar sua alimentação. Mas uma vez ouve discussão, policiais militares estiveram no local e tentaram intermediar um entendimento. O Jornalista Adelcimar Carvalho interpelou o gerente sobre o porquê da discriminação com o Náuas, já que todos os passageiros deveriam ser tratados de maneira igual.

Depois de mais de uma hora e meia retido em Feijó, o veículo foi liberado, com o gerente da empresa informando que ele, o cobrador e o motorista do ônibus pagariam a despesa e anotariam um vale para ser descontado de seus salários.

Está na hora de as autoridades fazerem uma fiscalização rigorosa nas empresas que prestam este serviço a população do Juruá, antes que um acidente ou incidente possa causar danos mais graves aos usuários.

Tribuna do Juruá – Adelcimar Carvalho

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    Comentários:

    1. Max disse:

      Esse é o Acre…..

    2. AGATHA disse:

      Há se fosse só isso! Eu Cleia Barroso da Silva estou a quatro meses, acamada irresponsabilidade dessa empresa, eu sou uma das passageiras que esta dentro do maldito ônibus, que virou no dia 14-10-202, entre Sena Madureira e Bujari. Eu sinto na pela a falta de humanidade e desrespeito com os passageiros, por parte do proprietário da Transacreana.
      Hoje estou impossibilitada de trabalhar e levar minha vida normal, por conta desse acidente, e como também eles não estão dando assistência necessária, para minha recuperação. É revoltante a atitudes dessas pessoas, que durante um mês que fique hospitalizada, recebe por duas vez, a visita da esposa do proprietário onde a mesma entregou 50,00 reais para despesa, e na semana seguinte do acidente ela voltou ao hospital e levou 4ou5 camisolas e deu mais 100,00para as despesas sendo que eu estava imobilizada, dependo de alguém para me da comida, e etc….E mais ainda meu esposo que teve que abandonar seu trabalho para ir toma de conta de me. Despois disso eles desaparecerão e não atendiam o telefone e quando ligávamos de outro numero, ai eles atendiam e sempre prometendo e nada fazia. Inclusive pendendo para nos usarmos o nosso dinheiro e pegar as notas fiscais, que eles pagariam depois. Ai vem o pior, quando eu e meu marido fomos a agencia da transacreana, a esposa do proprietário chamo meu esposo lá dentro, e somou o valor das notas e era de quase 2300,00 e entregou 1000 dizendo que ia fazer o deposito na segunda feira, e ate hoje esse deposito não foi feito. Ainda mais ela não queria da um recebo que comprovasse que ela estava ficando com todas minhas notas, sendo assim arguindo de má fé. Após sair do hospital chamei a impressa de Rio Branco, para fazer uma denunciei isso fez pois eles nem ai para situação, fizeram foi dizer que eu queria era alimento, para a família onde eu estava hospedada, sendo que eu esta de favor em um quitinete de um cunhada minha, e ela morava sozinha, com apenas um quarto, muitas vez tinha que engole minhas dores para não fazer barulho para não acorda-la. E eu estou aqui sofrendo sem nenhuma assistência desses irresponsáveis, ainda mais que a causa do acidente foi o motorista que dormiu ao volante.
      Minha revolta e grande, já aqui em cruzeiro não foi divulgado pela impressa, e muito mesmo o poder publico fez algo para punir a empresa, já que os ônibus não tem se cinto de segurança que uso obrigatório.

    3. MARCELO disse:

      Que seja o seu falar, melhor que seu calar…
      Já virou rotina as reclamações em todos os cantos da cidades do descaso e da falta de maralização desta empresa e funcionários, não digo todos, pois tem gente responsavel trabalhando na Transacriana.
      O que está faltando é responsabilidade dos nossos setores resposaveis por esse tipo de fiscalização, pois tenho certeza, se ocorrer uma fiscalização em qualquer onibus que faz a Linha CZS/R. Branco, R. Branco/CZS, todos serão reprovados, pois são maquinas já sucateadas em péssimo estado de conservação, infelismente essa é uma realidade perigosa que nossa justiça faz vista grossa, mas fica aqui o apelo as autoridades competentes, POR FAVOR A POPULAÇÃO QUE DEPENDE DESSAS VIAGENS PEDE SOCORRO. POR FAVOR NOS AJUDEM.

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