Cruzeiro do Sul - Acre, segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Publicado em 12 de maio de 2014

Criadores têm até o dia 30 para vacinarem o rebanho contra Febre Aftosa

A estimativa é de que 30 mil bovinos devam ser vacinados no Juruá

boisA campanha de vacinação contra febre aftosa iniciou no dia 01 deste mês e se estende até o dia 30. No Acre o Instituto de Defesa Agro Florestal (Idaf) visa vacinar 100% do rebanho, com idade até dois anos, para que o Estado possa manter o certificado de zona livre da febre aftosa. 30 mil bovinos devem ser vacinados na região do Juruá, que compreende os municípios de Cruzeiro do Sul, Rodrigues Alves, Mâncio Lima, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo.

Essa é a primeira campanha de 2013. A regularidade na imunização do gado deu aos criadores acreanos a possibilidade de manter relações comerciais com outros estados da federação, tendo em vista que o Acre foi reconhecido pelo Ministério da Agricultura como zona livre da febre aftosa, por isso o gerente do Idaf no Juruá, Marcos de Souza, alerta que os criadores devem realizar a vacinação do rebanho até o fim do mês.

marcos souza idaf“A maioria dos nossos criadores se conscientizaram que eles são os responsáveis pelo seu rebanho. É importante vacinar o rebanho para manter o estado como área livre de vacinação. Caso venha a acontecer algum caso na região o estado do Acre será o mais prejudicado, pois o setor pecuário é um dos maiores incentivadores da economia do estado. O estado do Acre consegue colocar sua carne atualmente em todo Brasil”, destacou o gerente.

O prazo para declaração da vacina é até o dia 15 de junho e deve ser feito no escritório do Idaf de cada município. Desde 2000 que o Acre se mantem como área livre da febre aftosa. A multa para quem não vacinar é de R$5,00 por animal, e R$ 50,00 para quem não fizer a declaração.

A doença

A febre aftosa é uma doença viral, altamente contagiosa, que afeta animais de casco fendido, como bois, búfalos, cabras, ovelhas e porcos.

A doença é transmitida principalmente pelo contato entre animais doentes e sadios. Mas o vírus também pode ser transportado pela água, ar, alimentos, pássaros e pessoas (mãos, roupas e calçados) que entraram em contato com os animais doentes. Os principais sintomas são febre, vesículas e úlceras na boca, patas e nas tetas, perda de apetite, salivação e manqueira. Ocorre também redução da produção leiteira, perda de peso, crescimento retardado e menor eficiência reprodutiva. Pode haver mortes principalmente em animais jovens ou debilitados. É obrigatório que o produtor notifique o serviço de defesa agropecuária quando observar esses sintomas em seus animais.

Tribuna do Juruá 

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