Cruzeiro do Sul - Acre, quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Publicado em 9 de dezembro de 2016

Clientes alegam que donos de postos não adotam redução no preço de combustíbeis mas aumentam de forma imediata

aumento-gasolina-arenilson-e-eudes-mototaxiLogo que foi anunciado o reajuste no preço do diesel  e da gasolina, os proprietários de postos de combustíveis de Cruzeiro do Sul decidiram seguir a Petrobrás e já repassaram o aumento aos clientes. A partir desta terça-feira (06), nas bombas da segunda maior cidade acreana, o diesel passou a ser comercializado a uma média de R$ 4,07 e a gasolina subiu para R$ 4,60, o litro. Os proprietários de veículos alegam que os empresários não obedeceram às duas reduções que foram divulgadas pela distribuidora este ano.

O preço do diesel teve um aumento médio de 11 centavos e a gasolina subiu em torno de 9 centavos por litro. Para os profissionais que trabalham com o transporte de passageiros, o reajuste deve provocar uma elevação nos preços de outros produtos. O diretor da Federação Acreana de Transportes informou que o aumento da tarifa para os clientes não está descartada.

“Já estamos nos reunido entre taxistas, mototaxistas, e o pessoal de outros transpostes alternativos para discutir sobre a possibilidade de aumentar o valor da passagem, já que estamos há dois anos sem reajuste. Sabemos que com o aumento na gasolina, tudo aumenta, inclusive a cesta básica” –  alegou Eudes Nascimento.

O  mototaxista também questiona a postura dos proprietários de postos de combustíveis pelo fato de não terem seguido a Petrobrás  nas duas vezes que anunciou reduções no preço dos combustíveis ao longo deste ano. “Quando tem uma queda no preço, eles não repassam para os clientes, mas quando é para aumentar, isso ocorre de forma imediata” – contesta Nascimento.

Os empresários justificam que a baixa nos valores dos combustíveis não chegou aos revendedores, por isso não foi possível reduzir o preço nas bombas.  “Essas reduções foram apenas da refinaria para as distribuidoras, não foram repassadas para os revendedores. Por isso, não foi possível baixar nas bombas. O que as refinarias alegaram é que estavam trabalhando com um grande estoque comprado pelo preço anterior e quando fosse atualizado eles repassariam para os postos, o que não aconteceu” – disse o gerente de posto, Arenilson Paixão.

Tribuna do Juruá

 

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